Rede Concepcionista de Ensino  - Colégio Madre Carmen Sallés - Brasília-DF

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Madre Carmen Sallés

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Jun.
07

2018

Alunos aprendem sobre a Idade Média jogando Minecraft

No início do século XX, houve uma transformação na forma como se pesquisava, como se ensinava e o modo como se trabalhava com o passado. A própria História passou a ser vista como uma ciência em movimento, que se transforma de acordo com a cultura e com o seu tempo.

E, nesse sentido, o professor Gustavo, de História, buscando novas alternativas para aproximar do educando o conteúdo ministrado em sala da realidade, escolheu o videogame como ferramenta para a compreensão dos processos históricos trabalhados com os alunos das turmas dos 7º anos do Ensino Fundamental II.

O grande diferencial do videogame para o ensino-aprendizagem da História ficou evidente no desenvolvimento da percepção e de novos olhares apresentados pelos próprios alunos sobre o período histórico estudado. Os grupos interagiram com o contexto social e cultural da Idade Média a partir do jogo Minecraft e assim produziram maquetes virtuais dos feudos e das cidades medievais e elaboraram uma narração histórica sobre as características do medievo trabalhadas em sala.

Além disso, o jogo permitiu ao estudante identificar a estratificação social da sociedade feudal e reconhecer e identificar a hierarquização e as divisões das organizações políticas, religiosas e econômicas de um determinado tempo e espaço histórico.

Assim, os educandos desenvolveram maquetes e puderam estudar o contexto da população medieval, o período, denominado Idade Média, entre a queda do Império Romano do Ocidente (no ano de 476) e a descoberta da América (1492).

O jogo Minecraft mostrou-se ser uma excelente ferramenta para se trabalhar conteúdo abstrato, a fim de torná-lo mais concreto para o aluno, tornando-os conscientes do seu protagonismo na construção da história de uma sociedade remota e de seu povo.

A atividade auxiliou também na preparação básica do aluno para a cidadania, pois proporcionou o desenvolvimento da autonomia intelectual, do pensamento crítico e estimulou o acesso a conhecimentos indispensáveis para construção de um cidadão crítico e participativo, fornecendo-lhe meios para progredir educacionalmente.

Texto: Gustavo Cheliga, professor de História


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